Pois bem, amiguinhos! Ontem, durante a tarde, encontrei pela primeira vez com os responsáveis diretos por enviar meu traseiro gordo para as longínqüas AND maravilhosas terras européias. Depois de chegar ao local com certa antecedência (10 minutos mais cedo, pra ser exato, eu e minha tia aguardamos por volta de 20 minutos antes de sermos atendidos.
Na ante-sala do escritório, fotos da família do pessoal do escritório, disposta de maneira muito interessante em um quadro de alto relevo. Do outro lado, o patriarca Giovanni abençoava o escritório ao lado de sua esposa.
Depois, quando fomos chamados, finalmente consegui dar um rosto aos nomes que vinham falando comigo interneticamente. Em seqüência, a advogada responsável começou a conversar conosco.
Ontem fiz o pagamento da primeira parcela da busca pela documentação de nascimento do meu Nono. O pesquisador deles pede cerca de um mês para encontrá-la. Depois disso, bem... é hora de colocar a maleta nas costas e chispar, criançada. Rápido AND simples assim.
Como eu disse pra Dra., mesmo depois dela avisar que o mês de agosto na Itália é similar ao nosso mês de julho (férias): "Um mês é pros outros; a minha certidão vocês vão achar antes disso".
Saindo do escritório, finalmente fiz minha tia conhecer o famosíssimo Churrasco Grego do centro de SP. Haviam duas barraquinhas, lado a lado. Escolhi a mais feinha, obviamente. Pedi um lanche pro cara, que começou a servi-lo sem olhar pra minha cara. A única comunicação vinda do sr. de idade com o pão na mão (EU DISSE PÃO!) foi: "Vai vinagrete?"
Aceitei. Então, ele abre uma gaveta, mete a colher dentro e esparrama no sanduba.
Exatamente. O tempero tava NA GAVETA. Não num pote dentro dela.
Acho que era por isso que tava tão gostoso. =D
No embalo, ele pede que eu pegue o suco (que acompanha o sanduíche) ao lado. Um homem mais novo e BEM mais gordo pegou o copo (100ml, no máximo), serviu da máquina e pronto.
Nisso, a máquina ficou quase vazia. O truta entrou lá pra dentro, demorou por volta de 5 minutos e voltou com o refil. Dentro de um balde, desses de fazer limpeza de casa.
Reabasteceu a máquina sem cerimônias. Voltou lá pra dentro, encheu o balde de água, voltou e misturou no suco, que já estava semi-transparente na primeira servida. Pra render, trutá!
Custo da refeição: R$1,00
Recessão de loló é pirulito. =D
P.S.: Pra quem tem curiosidade de saber o que é um churrasco grego, do que ele é feito e onde encontrá-lo, é só clicar aqui. =D
terça-feira, 29 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Agora sim, caceta!
MARAVILHA, ALBERTÔ!
Acabei de receber um telefonema da empresa que está cuidando do meu processo de cidadania e combinamos, enfim, uma reunião para nos conhecermos pessoalmente e darmos a entrada definitiva em tudo que tem que ser feito.
Segunda-feira, 15h, estarei em SP novamente. Em reunião. Decidindo meu futuro.
YAAAAmedoAAAAY! =D
Acabei de receber um telefonema da empresa que está cuidando do meu processo de cidadania e combinamos, enfim, uma reunião para nos conhecermos pessoalmente e darmos a entrada definitiva em tudo que tem que ser feito.
Segunda-feira, 15h, estarei em SP novamente. Em reunião. Decidindo meu futuro.
YAAAAmedoAAAAY! =D
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Tirando o passaporte
Sabe, às vezes eu acho que algumas coisas só acontecem comigo. Especialmente aqui, em Florianópolis. Não sei se, por eu já ter uma certa prevenção com os nativos, tais coisas tendem a ocorrer com maior facilidade.
Longe de mim destratá-los ou já chegar com pedras nas mãos, mas o que se passa comigo é de arrancar as calças pela cabeça. Teatral que sou, sempre que conto os "causos" as pessoas racham o bico. O de hoje não foi exceção.
Cheguei à Polícia Federal 15 minutos antes do horário agendado, como pedido pelo site. Lá, vi que muitas pessoas aguardavam. Sentadas, mas o número era grande. Geralmente, se há agendamento, a espera não deveria ser assim tão cheia... mas tudo bem, quem tem pressa? Após aguardar alguns momentos, percebi que já havia atraso. Depois do chilique de um senhor (ilhéu, que conste) atrás de mim, vi que poderia demorar mais que o normal.
13h30 e nada. Muitas pessoas sendo chamadas, todas já tensas. Tudo bem, eu não me estresso fácil. Quinze minutos depois, a mulher que ia me atender chamou meu nome. Levantei, ela me pegou pelo braço (o_O), disse "Vamulá, senhoR Juão" e entramos.
"Moça simpática," pensei. Nos sentamos em sua mesa (nas respectivas cadeiras, não na mesa em si. Dã.) e ela começou a conversar com uma mulher que entrou comigo. O assunto? Dinheiro. Deixei os papéis em cima da mesa, ela continuou conversando. A estranha reclamando que não conseguira fazer empréstimo em um banco, que queria procurar outro... a atendente, dando razão. Ambas com aquele sotaquezinho gostoso da região. Tudo bem, quem tem pressa?
TRÊS minutos de conversas depois, ela pega meus documentos (óhhó!). Começa a conferi-los com o que eu já havia digitado previamente no cadastro virtual. Enquanto o faz, continua conversando com a "colega", mas agora sobre outro assunto: maquiagem. A mulher era vendedora da Natura, e a atendente queria "um lápish que tu tinhash, daquêle que eu comprêi ântesh". CLARO que a vendedora não sabia qual era, e também não o encontrava em seu catálogo. E eu ali, sentado. Quem tem pressa?!
A conferência dos documentos demorou QUATRO MINUTOS. Algo que poderia ter sido feito, com atenção MAIOR que a necessária, em uns bons 45 segundos. Vale constar que, no meio do processo, a atendente largou tudo o que estava fazendo para analisar o catálogo de produtos pra ver se encontrava o que a vendedora não achou. Eu me ajeitei na cadeira, e a atendente achou melhor fazer uma piada:
A colega dela ri e eu digo que sou solteiro por opção, pra não me prender muito cedo e depois me arrepender. Só depois de falar isso vi que ela estava com uma aliança na mão esquerda. Ela me olha com cara de "que rapásh ishtressado, ô" e prossegue com o "atendimento". Vale enfatizar que disse aquilo sorrindo, com tom de voz baixo. Não fui agressivo, só dei continuidade no gracejo. Ué. =D
Mais dois minutos até ela terminar ENQUANTO falava com a tal mulher e ela percebe que eu olhava para o telefone a todo momento. Então, vem mais uma pérola:
Tentando disfarçar a veia que saltou em minha testa, disse que não teria problemas e que tinha tempo. QUEM TEM PRESSA?!
Partimos pra etapa seguinte da elaboração do passaporte: a coleta de impressões digitais. O scanner estava pronto, ela pega meu polegar direito e começa. Depois, foram os outros. Nessa etapa ela pareceu querer tirar o atraso de todo o tempo perdido, já que, dos dez scans que ela fez (um pra cada dedo, com cores identificando a qualidade: verde, amarelo e vermelho), três apresentaram "pequenas falhas". E daí? Vai assim mesmo.
Próxima fase: a fotografia. Ela pediu que eu tirasse meus óculos e me sentasse frente à câmera digital, com fundo branco. Sentei, ajeitei meu cabelo rapidamente e ela pediu que eu olhasse para a câmera. No que olhei, veio o flash. Achei que era só um teste, porque eu estava torto em relação a câmera... mas não. Foi a oficial.
Coloquei o óculos rapidamente, pra olhar no monitor e ver como saí. Bom, deveria ter sido algo assim. Ficou mais ou menos assim.
Então, ela imprime um formulário, escreve algo nele e me entrega. O passaporte sairá no dia 28 de julho, à partir das 14h. Ela agradece com pressa e diz que já está tudo certo. Me levanto, desejo uma ótima tarde para as duas e saio.
Em dez dias, estarei lá. Quem sabe eu volto pra casa com um passaporte e um sabonete líquido de erva-doce? =D
Longe de mim destratá-los ou já chegar com pedras nas mãos, mas o que se passa comigo é de arrancar as calças pela cabeça. Teatral que sou, sempre que conto os "causos" as pessoas racham o bico. O de hoje não foi exceção.
Cheguei à Polícia Federal 15 minutos antes do horário agendado, como pedido pelo site. Lá, vi que muitas pessoas aguardavam. Sentadas, mas o número era grande. Geralmente, se há agendamento, a espera não deveria ser assim tão cheia... mas tudo bem, quem tem pressa? Após aguardar alguns momentos, percebi que já havia atraso. Depois do chilique de um senhor (ilhéu, que conste) atrás de mim, vi que poderia demorar mais que o normal.
13h30 e nada. Muitas pessoas sendo chamadas, todas já tensas. Tudo bem, eu não me estresso fácil. Quinze minutos depois, a mulher que ia me atender chamou meu nome. Levantei, ela me pegou pelo braço (o_O), disse "Vamulá, senhoR Juão" e entramos.
"Moça simpática," pensei. Nos sentamos em sua mesa (nas respectivas cadeiras, não na mesa em si. Dã.) e ela começou a conversar com uma mulher que entrou comigo. O assunto? Dinheiro. Deixei os papéis em cima da mesa, ela continuou conversando. A estranha reclamando que não conseguira fazer empréstimo em um banco, que queria procurar outro... a atendente, dando razão. Ambas com aquele sotaquezinho gostoso da região. Tudo bem, quem tem pressa?
TRÊS minutos de conversas depois, ela pega meus documentos (óhhó!). Começa a conferi-los com o que eu já havia digitado previamente no cadastro virtual. Enquanto o faz, continua conversando com a "colega", mas agora sobre outro assunto: maquiagem. A mulher era vendedora da Natura, e a atendente queria "um lápish que tu tinhash, daquêle que eu comprêi ântesh". CLARO que a vendedora não sabia qual era, e também não o encontrava em seu catálogo. E eu ali, sentado. Quem tem pressa?!
A conferência dos documentos demorou QUATRO MINUTOS. Algo que poderia ter sido feito, com atenção MAIOR que a necessária, em uns bons 45 segundos. Vale constar que, no meio do processo, a atendente largou tudo o que estava fazendo para analisar o catálogo de produtos pra ver se encontrava o que a vendedora não achou. Eu me ajeitei na cadeira, e a atendente achou melhor fazer uma piada:
"Tu éish soltêro? Cum essa idádhi? Si tu quiséish, eu mudo o 'mashculino' aqui do cadáshtrã... tem 'não definída', quésh?"
A colega dela ri e eu digo que sou solteiro por opção, pra não me prender muito cedo e depois me arrepender. Só depois de falar isso vi que ela estava com uma aliança na mão esquerda. Ela me olha com cara de "que rapásh ishtressado, ô" e prossegue com o "atendimento". Vale enfatizar que disse aquilo sorrindo, com tom de voz baixo. Não fui agressivo, só dei continuidade no gracejo. Ué. =D
Mais dois minutos até ela terminar ENQUANTO falava com a tal mulher e ela percebe que eu olhava para o telefone a todo momento. Então, vem mais uma pérola:
"Ólha môçu; tu já ishperásse um tempão praentrá; agora ishpéra mazumpoquinho né?"
Tentando disfarçar a veia que saltou em minha testa, disse que não teria problemas e que tinha tempo. QUEM TEM PRESSA?!
Partimos pra etapa seguinte da elaboração do passaporte: a coleta de impressões digitais. O scanner estava pronto, ela pega meu polegar direito e começa. Depois, foram os outros. Nessa etapa ela pareceu querer tirar o atraso de todo o tempo perdido, já que, dos dez scans que ela fez (um pra cada dedo, com cores identificando a qualidade: verde, amarelo e vermelho), três apresentaram "pequenas falhas". E daí? Vai assim mesmo.
Próxima fase: a fotografia. Ela pediu que eu tirasse meus óculos e me sentasse frente à câmera digital, com fundo branco. Sentei, ajeitei meu cabelo rapidamente e ela pediu que eu olhasse para a câmera. No que olhei, veio o flash. Achei que era só um teste, porque eu estava torto em relação a câmera... mas não. Foi a oficial.
Coloquei o óculos rapidamente, pra olhar no monitor e ver como saí. Bom, deveria ter sido algo assim. Ficou mais ou menos assim.
Então, ela imprime um formulário, escreve algo nele e me entrega. O passaporte sairá no dia 28 de julho, à partir das 14h. Ela agradece com pressa e diz que já está tudo certo. Me levanto, desejo uma ótima tarde para as duas e saio.
Em dez dias, estarei lá. Quem sabe eu volto pra casa com um passaporte e um sabonete líquido de erva-doce? =D
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Tá quase!
Caceta, QUE MARAVILHA! Saí pra ver um filmex e qual não foi a minha surpresa, quando eu cheguei em casa, e vi uma mensagem da minha priminha maravilhosa dizendo que ela tinha em mãos as certidões de óbito de AMBOS os meus bisavós?! QUE ALEGRIA! CARVALHO!
Tá ficando cada vez mais perto... YAY! BOUA, MI! ^__^
Tá ficando cada vez mais perto... YAY! BOUA, MI! ^__^
terça-feira, 15 de julho de 2008
Nerdeando
Passando a tarde na frente do computador, adicionando / modificando coisinhas no blog. Quem vê, até pensa que eu sei o que eu tô fazendo... =D
segunda-feira, 14 de julho de 2008
MEGA atualização
Muito bem. Fui pra SP, fiquei lá quase uma semana inteira e muita coisa aconteceu. Infelizmente, nem tudo foi como eu queria... mas vamos contar como tudo aconteceu? VÂMÔ!
Segunda-feira
Entrei no busão por volta das 21h e qual não foi a minha surpresa quando vi que dividiria uma poltrona dupla com ninguém menos que uma grande amiga da faculdade, a Adri. Começamos a conversar, e nesse meio de tempo, percebi a coincidência: nós ficamos por volta de 5 anos sem nos falar porque ela TAMBÉM chispou do Brasil. Legal, hein? =D
Com meia hora de viagem, o ônibus pára. O câmbio automático dele travou em uma marcha alta e ele não subiria morros. Resultado: 45m depois, outro ônibus chega. Um que anda, mas da década passada. Vamo que vamo.
A primeira parada da viagem é feita próximo a Curitiba. Uma friaca fenomenal e eu de bermuda e camiseta, porque geralmente passo calor dentro desses ônibus. Tranquilo, até que o motorista nos acorda e diz que teríamos que trocar de ônibus DE NOVO, porque este "não estava rendendo". o_O
Cara, não fiz outra coisa a não ser dar risada do que estava acontecendo. O povo tava todo tenso, reclamando que no busão novo não tinha água na geladeirinha do leito... não quis nem saber: fui até o busão véio, tirei minha camiseta, fiz um saco, enchi de copos d'água e tchananã: carro reabastecido e pronto pra partir. =D
Terça-feira
Horas de sono depois, acordamos com o motorista nos cutucando. "Chegamos". Depois de prometermos um ao outro que nunca mais dormiríamos juntos, Adri foi pra um lado, eu pra outro.
Depois de rever meus familiares e tomar um banhão, começamos a caça à papelada. Fui até o Poupatempo da Praça da Sé, em SP, pra refazer minha identidade (que já tinha 14 aninhos). Também fomos (eu e minha priminha Mimi) em alguns cartórios, pra conseguir segundas-vias de certidões de nascimento e tchananãs.
No fim do dia, encontrei com dois amigões de infância: Ricardo e Diniz. Fomos na auto-proclamada "Segunda Melhor Pizzaria de SP" só porque lá havia um Terça em Dobro de Chopp Brahma. Resultado: pra quê pizza?! =D
Quarta-feira
Feriado em SP. Maiores informações, favor clicar aqui. Aproveitei o dia pra ficar com a família e, de noite, encontrei com o Ricardo de novo, mas também com outro grande amigo da infância (que eu não via há quase uma década: o Clayton). Assaz. =D
Quinta-feira
Na terça, eu tinha enviado um e-mail para a moça que cuidará de todo o meu processo de dupla cidadania. Como ela não tinha me respondido até as 10h, liguei pra lá. Foi aqui que tomei a minha primeira "invertida": só nos encontraríamos pessoalmente depois que eu enviasse TODOS os documentos que eu possuía via e-mail, e também pagasse uma taxa inicial para consulta e estudos. E eu achando que ia lá, conversar com ela e já voltaria com prazos e tudo mais. Cuén.
Pra quê? TODA a minha família começou a se preocupar com isso, e com razão. Começaram a achar que talvez não fosse possível confiar na empresa, que não tinha como sabermos se era idônea, que era um absurdo jogar dinheiro na mão de quem você nunca viu ao vivo e aquele monte de coisa. Você que está lendo isso aqui provavelmente concorda com eles, certo? =D
Então. Pra tirarmos todas as dúvidas, eu e minha tia (carinhosamente chamada de "Mamãe Nenê") fomos até o centro pra averiguar o escritório da moça. Existe, como vocês podem ver pela foto abaixo:

Dali, fomos pro Pateo do Colegio, onde a cidade de SP nasceu. É muito interessante ver que algo tão lindo existe no meio daquela selva de pedra... recomendo a visita.
Volto pra casa, tomo um banho e toquemos pra jantar com Güzz e família. Depois da janta, uma noitada com Guitar Hero e isso aqui, ó:

Dormi por lá mesmo. =]
Sexta-feira
Depois de pegar o metrô pra voltar pra casa (e bater um rango na saída do metrô, com dez pães de queijo a R$0,99), passei pela Feirinha da Pompéia. O cheiro do pastel me fodeu: fui obrigado a parar lá e mandar dois pastéis + 750ml de caldo de cana com hortelã. DEVERAS.
Dali pra de tarde, fui com a Mimi no Shopping Bourbon pra comer no Burger King, tomar um café no Starbucks e ter a certeza de que o novo filme do Batman não fosse estrear em tempo na sala IMAX de lá. Ufa. =DDD
Fui até o mercado comprar algumas coisinhas pra arrumar alguns defeitinhos na casa da vovó, jantei e pronto: busão de novo, de volta pra Floripa.
Agora, estamos no aguardo do contato da excelentíssima Srta. Girello. Enquanto isso... oi! ^__^
Segunda-feira
Entrei no busão por volta das 21h e qual não foi a minha surpresa quando vi que dividiria uma poltrona dupla com ninguém menos que uma grande amiga da faculdade, a Adri. Começamos a conversar, e nesse meio de tempo, percebi a coincidência: nós ficamos por volta de 5 anos sem nos falar porque ela TAMBÉM chispou do Brasil. Legal, hein? =D
Com meia hora de viagem, o ônibus pára. O câmbio automático dele travou em uma marcha alta e ele não subiria morros. Resultado: 45m depois, outro ônibus chega. Um que anda, mas da década passada. Vamo que vamo.
A primeira parada da viagem é feita próximo a Curitiba. Uma friaca fenomenal e eu de bermuda e camiseta, porque geralmente passo calor dentro desses ônibus. Tranquilo, até que o motorista nos acorda e diz que teríamos que trocar de ônibus DE NOVO, porque este "não estava rendendo". o_O
Cara, não fiz outra coisa a não ser dar risada do que estava acontecendo. O povo tava todo tenso, reclamando que no busão novo não tinha água na geladeirinha do leito... não quis nem saber: fui até o busão véio, tirei minha camiseta, fiz um saco, enchi de copos d'água e tchananã: carro reabastecido e pronto pra partir. =D
Terça-feira
Horas de sono depois, acordamos com o motorista nos cutucando. "Chegamos". Depois de prometermos um ao outro que nunca mais dormiríamos juntos, Adri foi pra um lado, eu pra outro.
Depois de rever meus familiares e tomar um banhão, começamos a caça à papelada. Fui até o Poupatempo da Praça da Sé, em SP, pra refazer minha identidade (que já tinha 14 aninhos). Também fomos (eu e minha priminha Mimi) em alguns cartórios, pra conseguir segundas-vias de certidões de nascimento e tchananãs.
No fim do dia, encontrei com dois amigões de infância: Ricardo e Diniz. Fomos na auto-proclamada "Segunda Melhor Pizzaria de SP" só porque lá havia um Terça em Dobro de Chopp Brahma. Resultado: pra quê pizza?! =D
Quarta-feira
Feriado em SP. Maiores informações, favor clicar aqui. Aproveitei o dia pra ficar com a família e, de noite, encontrei com o Ricardo de novo, mas também com outro grande amigo da infância (que eu não via há quase uma década: o Clayton). Assaz. =D
Quinta-feira
Na terça, eu tinha enviado um e-mail para a moça que cuidará de todo o meu processo de dupla cidadania. Como ela não tinha me respondido até as 10h, liguei pra lá. Foi aqui que tomei a minha primeira "invertida": só nos encontraríamos pessoalmente depois que eu enviasse TODOS os documentos que eu possuía via e-mail, e também pagasse uma taxa inicial para consulta e estudos. E eu achando que ia lá, conversar com ela e já voltaria com prazos e tudo mais. Cuén.
Pra quê? TODA a minha família começou a se preocupar com isso, e com razão. Começaram a achar que talvez não fosse possível confiar na empresa, que não tinha como sabermos se era idônea, que era um absurdo jogar dinheiro na mão de quem você nunca viu ao vivo e aquele monte de coisa. Você que está lendo isso aqui provavelmente concorda com eles, certo? =D
Então. Pra tirarmos todas as dúvidas, eu e minha tia (carinhosamente chamada de "Mamãe Nenê") fomos até o centro pra averiguar o escritório da moça. Existe, como vocês podem ver pela foto abaixo:

Dali, fomos pro Pateo do Colegio, onde a cidade de SP nasceu. É muito interessante ver que algo tão lindo existe no meio daquela selva de pedra... recomendo a visita.
Volto pra casa, tomo um banho e toquemos pra jantar com Güzz e família. Depois da janta, uma noitada com Guitar Hero e isso aqui, ó:

Dormi por lá mesmo. =]
Sexta-feira
Depois de pegar o metrô pra voltar pra casa (e bater um rango na saída do metrô, com dez pães de queijo a R$0,99), passei pela Feirinha da Pompéia. O cheiro do pastel me fodeu: fui obrigado a parar lá e mandar dois pastéis + 750ml de caldo de cana com hortelã. DEVERAS.
Dali pra de tarde, fui com a Mimi no Shopping Bourbon pra comer no Burger King, tomar um café no Starbucks e ter a certeza de que o novo filme do Batman não fosse estrear em tempo na sala IMAX de lá. Ufa. =DDD
Fui até o mercado comprar algumas coisinhas pra arrumar alguns defeitinhos na casa da vovó, jantei e pronto: busão de novo, de volta pra Floripa.
Agora, estamos no aguardo do contato da excelentíssima Srta. Girello. Enquanto isso... oi! ^__^
quinta-feira, 10 de julho de 2008
@ SP!
Rapidão: já estou em SP há dois dias, já juntei documentos e revi amigos. Amanhã, reunião que definirá TUDO. Aguardem!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Uma semana
Pois é. Hoje completo uma semana de "desemprego". Pra "comemorar", vou pra SP iniciar todo o processo com a papelada. Uma boa notícia, pelo menos: descobrimos que uma prima minha, meio distante, também já iniciou o mesmo processo que eu e já possui TODA a papelada, já que a mesma já deu entrada no consulado e tchananã.
Ao menos é o que eu fiquei sabendo... terei maiores notícias amanhã, quando chegar lá.
Ao menos é o que eu fiquei sabendo... terei maiores notícias amanhã, quando chegar lá.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Teste
Testando a portabilidade do blog...
Done.
Assaz. =D
Done.
Assaz. =D
terça-feira, 1 de julho de 2008
Fotos!
Para efeitos de constagem, as fotos que tiramos na festa de despedida já estão no meu álbum do Flickr. Quem quiser ver, clique na minha carinha fofa logo abaixo. =D

Último dia de trabalho
Pois bem, foi hoje. Como eu disse para uma das minhas alunas, a impressão que tive foi que todo mundo resolveu me testar. Cacete, encontraram pêlo em ovo durante toda a uma hora e meia que fiquei lecionando na academia.
Mas tudo bem. Tirei tudo de letra (pra variar), aproveitei pra "desopilar anos de fígado" e pronto. Estava acabado.
O que mais me deixou inhé foi o fato de ninguém saber. Foi uma escolha minha e da academia, claro. Mas sair de lá sem nem ganhar um Tchau, hein? Sucesso! foi triste. Seis anos depois, não era bem isso que eu esperava...
Bola pra frente, pois.
Mas tudo bem. Tirei tudo de letra (pra variar), aproveitei pra "desopilar anos de fígado" e pronto. Estava acabado.
O que mais me deixou inhé foi o fato de ninguém saber. Foi uma escolha minha e da academia, claro. Mas sair de lá sem nem ganhar um Tchau, hein? Sucesso! foi triste. Seis anos depois, não era bem isso que eu esperava...
Bola pra frente, pois.
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